Design Thinking no RH: Veja como o 2º Kenoby Talks abordará este tema

6 de novembro de 2017
Kenoby

“Não me traga problemas, me traga soluções”. Você, provavelmente, já ouviu essa frase em algum momento da sua carreira. O fato é que, por mais que nos preparemos, nem sempre estamos totalmente prontos para os reveses que possam surgir. Seja um candidato que desiste de última hora da vaga, ou um grande desafio de atração de talentos.

A partir de um cenário problemático, é necessário que soluções sejam estabelecidas. Muitas vezes, porém, as pessoas não sabem por onde começar e despendem de muitos recursos(tempo e dinheiro) para chegar a uma conclusão, que, por muitas vezes, poderia ter sido melhor.

Para que isso não aconteça, existem diversas ferramentas que organizam em um processo a linha de construção para soluções. Alguns exemplos são TRIZ, Design Sprint, Brainstorming 365, e, a mais famosa e que você muito provavelmente já ouviu em algum momento, o Design Thinking – assunto relevante que será tema da palestra do NIcholas Reise, CEO e Co-founder da Xerpa, no 2º Kenoby Talks.

O que é Design Thinking?

Muito se fala sobre Design Thinking por ser um conceito muito ligado à inovação e criatividade. Mas nem todo mundo sabe exatamente qual o seu objetivo e funcionamento. Na palestra do Nicholas, ele irá detalhar a ferramenta e explicar de maneira prática como ela funciona.

Basicamente, o Design Thinking é um processo de pensamento crítico, que busca analisar a situação (o problema) de diversas formas, além de propor ideias e testar soluções. O objetivo da ferramenta é auxiliar não só na construção de soluções, mas na análise profunda do problema, propondo a imersão intensa de seus participantes.

Em seu funcionamento, ele se divide em cinco etapas básicas. Como na imagem abaixo:

  • Imersão: Nessa fase, é proposto o real entendimento do problema.  É necessário que se estabeleçam todas as partes afetadas e os pontos de vista delas. Assim como investigar os causadores desse problema;
  • Ideia: Após o entendimento da situação, é a hora do brainstorming(criação de ideias). Lembre-se: No processo de criação de ideias, não existe censura, todas as ideias devem ser aceitas e registradas. Após o registro de todas as ideias, os participantes devem entrar em um consenso e selecionar uma ideia;
  • Protótipo: Ideia final selecionada, agora é o momento de prototipar essa solução. Nesse momento, é importante focar no resultado final e da real função dessa ideia.
  • Teste: É nessa etapa que será verificada se a ideia resolve ou não o problema. Teste a ideia em um cenário menor, em um ambiente simulado. Os resultados devem ser registrados e analisados. Só siga para a próxima etapa se for entendido que a ideia é a solução ideal para o problema. Caso contrário, reinicie todo o processo.
  • Implementação: Após testada a ideia e constatado o sucesso, agora é o momento da implementação real da solução. Dependendo do tamanho da situação, vale pensar em contar com o apoio do PMO.

 

Legal. Estamos alinhados a respeito do que é o Design Thinking e acho que você já conseguiu perceber diversos benefícios e aplicabilidades para essa ferramenta. A seguir, listaremos 4 motivos para te convencer, de vez, a conhecer mais sobre esse conceito e sua aplicação no R&S. A palestra do Nicholas no 2º Kenoby Talks será uma fonte fantástica para esse tipo de conhecimento.

Vamos aos motivos:

Traz eficácia à área

Ao definir alguém como “eficaz”, entende-se imediatamente que aquela pessoa faz o que se espera, otimizando recursos, sejam eles de tempo ou econômicos. O Design Thinking guia os participantes diretamente à solução. Ou seja, ele não dá espaço para a perda do foco em nenhuma das etapas, evitando gastos desnecessários.

Fortalece o team building

Trabalhar em equipe é fundamental para o sucesso do Design Thinking. Ao trazer essa ferramenta para dentro da equipe de R&S, existe um fortalecimento quase que imediato entre os integrantes.

Essa interação e entrosamento são aumentados a cada aplicação. Mas cuidado, as discussões devem ocorrer de maneira saudável e as escolhas deverão ser democráticas e em grupo. Afinal, o que menos queremos aqui é criar outro problema.

Favorece o compartilhamento de informação

Esse tópico está muito ligado ao de cima. A área de Recrutamento e Seleção é bastante suscetível a ter seus integrantes distantes um do outro no âmbito profissional. O motivo de isso ser afirmado é a forma que trabalham os recrutadores. Por muitas vezes, as vagas são distribuídas pelo gestor aos profissionais de maneira que cada um seja responsável pelo seu escopo de trabalho.

O Design Thinking promove uma chance para esses profissionais trabalharem juntos, de maneira que estabeleçam um padrão de comunicação e se posicionem no mesmo degrau de informação.

Exercita a comunicação e o compartilhamento de conhecimento.

Aumenta a precisão das análises e mensurações

Adotar o Design Thinking como processo de solução de problemas significa estabelecer um padrão a ser adotado em todas as situações problemáticas encontradas na companhia.

Uma das vantagens disso é a coleta de dados e a comparação precisa que ela permite. Isso oferece a possibilidade de uma análise fiel dos resultados obtidos.

 

Com isso, concluímos que a popularização do Design Thinking não é atoa. Ele é uma poderosa ferramenta para criar as soluções certas para os problemas enfrentados pela companhia. Esse texto teve como objetivo trazer uma breve base desse processo e alguns motivos para você conhecer mais dessa ferramenta.

Design Thinking no RH será tema de uma das diversas palestras que vão ocorrer no 2º Kenoby Talks. Além desse tema estarão outros como Inteligência Artificial no R&S, Employer Branding, Cultura Organizacional, entre muitos outros

O 2º Kenoby Talks é um exemplo de evento que fomenta a inovação para a área de recrutamento e seleção. A sua primeira edição foi um sucesso e a segunda promete muito mais. Para saber mais, clique na imagem abaixo:

2º Kenoby Talks - Garanta a sua vaga!

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