Confira os 10 perfis de TI mais procurados

7 de agosto de 2017
GeekHunter

A revolução causada pelas novas tecnologias, em especial nos últimos cinco anos, catapultou os profissionais das áreas de desenvolvimento e software a um outro patamar e, ao mesmo tempo, deixou ainda mais desafiadora a missão de quem se dedica a prospectar esses talentos.

Engenheiros de software fazem parte de uma espécie que anda humilhando os reles mortais que exercem funções tradicionais em termos de oportunidades de trabalho. Fato! Uma pesquisa da Michel Page feita em 36 países mostra que em 24 deles, inclusive no Brasil, essa turma está nadando de braçadas, sem tempo de sequer molhar o topete, enquanto os colegas de outras áreas vão a pique.

Tudo muda o tempo todo no mundo

Pode ser que, no momento em que você acabe de ler este post, outras áreas estejam em ascensão. Sim, o setor de tecnologia é dinâmico como poucos, e vive mudando, se ajustando e ampliando o leque de demandas. Mas a dica é: ficar atento aos sinais do mercado. Redes sociais, como o LinkedIn, sinalizam constantemente as habilidades e competências incluídas nas listas dos pelotões de recrutamento de TI. Entre elas, podemos destacar a capacidade e vontade de absorver novos conhecimentos; o gosto pelo trabalho em equipe; o domínio da língua inglesa; a facilidade de relacionamento e a visão de negócio.  

Em Conheça os profissionais mais procurados na área de TI no país, a gente falou de alguns talentos da tecnologia que não estão neste novo material, mas que continuam bem cotados. Como dissemos, é um mercado dinâmico e é muito importante para o recrutador saber identificar aqueles profissionais que estão sempre correndo atrás de se atualizar e obter novas certificações. E não nos referimos só à parte técnica, mas também à procura de conhecimentos na área de gestão, o que abre novos horizontes ao candidato, como a possibilidade de ser um gestor de projetos.

Os queridinhos do RH Tech

Reunimos aqui uma lista de 10 profissionais que estão com o moral em alta.

Especialista em UI

UI (Interação com usuário) é o profissional responsável por projetar o desenho da interface pela qual o usuário vai interagir com a empresa. É o sujeito que vai projetar o design de um aplicativo ou site, levando em conta quais poderão ser as funcionalidades disponibilizadas ao cliente.

Especialista em UX

UX (Experiência do usuário) é aquele que planeja a interação com o usuário final. Ele faz e vive a experiência do usuário. É um profissional que pensa de forma um pouco mais abrangente, sempre priorizando oferecer a melhor experiência de uso possível ao cliente. O UX também  estrutura a rede de canais de contato do produto/serviço que será oferecida ao cliente: site, email mkt, SMS, inbound marketing…

Desenvolvedor mobile

Existe hoje uma espécie de universo mobile paralelo, convenhamos. Cerca de 62% dos brasileiros têm smartphones, segundo pesquisa do Google, contra 14% em 2012. E quem são as pessoas que fazem aplicativos e novas ferramentas mobile para notícias, bate-papo, e-commerce, games… principalmente para Android e iOS (iPhone)?

Os profissionais dessa área são desenvolvedores/programadores, de origens diversas – desde  cursos técnicos ou  graduações, como ciência da computação e análise de sistemas. Quem trabalha com recrutamento nessa área atesta: há maior procura do que oferta de profissionais, por isso os bons conseguem se recolocar rapidamente.

Desenvolvedor full-stack

É muito <3 por esse profissional, gente! O sujeito domina bem as duas grandes áreas do desenvolvimento: o back-end (infraestrutura de servidores e bancos de dados, resumindo, aquilo que os não-iniciados não fazem ideia do que seja e muito menos que exista) e o front-end (a interface, ou seja, o que todo mundo vê e, portanto, dá pitaco). Como se não bastasse, a criatura entende também de banco de dados. Tem uma visão integradora das duas áreas e seu conhecimento impacta na produtividade da empresa. Os salários são bons, a disponibilidade de vagas, enorme.

Chief Digital Officer (CDO)

Ainda se ouve falar pouco desse profissional no Brasil, mas – outra vez, os tais sinais do mercado – a previsão é de termos muitos deles por aqui. Ele surgiu para unir duas pontas: a tecnologia (e a dificuldade das empresas para absorver as mudanças trazidas pelo Big data, Cloud Computing, Inteligência artificial, Internet da coisas…) e a pegada business para surfar e protagonizar essa onda.

Cientista de dados (Big Data)

É como diz o ditado: encontrar informações na internet é fácil, saber interpretá-las e usá-las de forma efetiva em favor do negócio da empresa, não. O cientista de dados permite que a empresa dê passos muito mais seguros em relação ao mercado, seus públicos e concorrência. É alguém com uma formação bastante ampla, dominando desde softwares de análise de dados à estatística, além de ser alguém bem  informado e criativo. Uma matéria da revista Exame aponta que até 2018 o déficit de profissionais do setor no mundo deve chegar a 380 mil, portanto, uma disputa acirrada e global. Segundo a matéria, a expressão “análise estatística e prospecção de dados” foi a mais buscada por recrutadores no ano passado, em um levantamento feito pelo LinkedIn. É o único termo que ficou entre os quatro mais procurados nos 14 países pesquisados.

Gerente de Projetos

É o maestro da equipe. Define o que cada um deve fazer, como deve fazer e em que prazos. Fica com um olho no cronograma de execução e outro no orçamento. São profissionais com diversas origens de formação, mas em sua maioria vêm da administração e engenharia.

Especialista em Cloud Computing

O Cloud Computing, ou computação em nuvem, faz parte da nossa vida: Dropbox, Google Drive, ICloud são exemplos desse tipo de armazenamento que nos libera de preocupações com espaço, segurança, largura de banda. Compartilha-se e edita-se documentos, músicas, tudo online. Isso abre muitas possibilidades para tribos como programadores, gerentes de projetos, especialistas em segurança da informação, por exemplo.

Especialistas em mobilidade

No mundo globalizado, os talentos também cada vez mais globais, o que faz avançar o interesse por soluções para mobilidade corporativa. Times multiculturais unidos pelas telas de dispositivos online, e não fechados em quatro paredes, são cada vez mais comuns. As oportunidades só fazem crescer nesse nicho.

Desenvolvedores de softwares DevOps

Especialistas atestam um grande avanço no uso das chamadas metodologias ágeis de desenvolvimento, DevOps. É, resumidamente um ambiente de engenharia que dá mais velocidade aos desenvolvedores. Segundo uma analogia feita pelo site Computerworld: digamos que o Agile é como uma pessoa correndo – cerca de 32 quilômetros por hora – e DevOps, como uma pessoa dirigindo uma Ferrari que pode exceder 320 quilômetros por hora. Aqui, você lê o material na íntegra, com algumas dicas de como  chegar a um ambiente eficaz de DevOps. Diante disso tudo, quem entende de Java, JavaScript, Python, Ruby, Ruby on Rayls e Perl, por exemplo, além de se sentir à vontade com desenvolvimento de APIs e práticas de XP e Scrum, tem tudo para se destacar.

RH Tech em alta

Para lidar com profissionais tão especializados, o RH tem que estar cada vez mais familiarizado com a tendência de Hunting Tech. Não dá para querer fazer prospecção e seleção de talentos da área de tecnologia do mesmo jeito que se fazia há cinco anos.

Reveja as ferramentas de recrutamento. Informe-se sobre plataformas como a Geekhunter, que ajudam a cortar pela metade o tempo de triagem dos seus candidatos e disponibiliza para você uma pré-seleção de top talentos da tecnologia. Um processo bem mais rápido, barato e assertivo.

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